Mexer na mobília de casa é algo desafiador, e não é todo mundo que gosta. Pior ainda é mexer na "mobília" da mente, trocando as coisas de lugar, mudando opiniões, realocando ideias, reinterpretando sentimentos, quebrando preconceitos, enfim, substituindo o velho pelo novo. Aí, de vez em quando, bate a mesma sensação que temos com as coisas físicas: o abajur antigo já não ilumina tanto, mas dá dó desfazer-se dele; o pequeno armário embutido já não é prático o bastante, porém, dá trabalho trocá-lo por outro. E é assim que vamos entulhando nossa mente com coisas que serviram um dia, mas já não servem mais. É que, embora fundamental, não é fácil trocar o certo pelo desconhecido.
Gustavo Miranda
sexta-feira, 28 de junho de 2013
A mobília da mente
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Pensamentos e Atitudes
É um equívoco pensar que alguém seja capaz de mudar suas próprias ações e atitudes sem, primeiramente, mudar os pensamentos, as concepções de vida e, por consequência, os significados de tudo o que acontece ao redor. Na verdade, as ações nada mais são que a concretização de algo que existe na mente. E é por isso que hoje, mais do que em qualquer época, faz muito sentido falar em "saúde mental e espiritual". Se o psicológico está bem, as atitudes são irrepreensíveis.
Gustavo Miranda
quarta-feira, 10 de abril de 2013
O caso "Feliciano"
Parece-me que, de fato, a algazarra não é a respeito das opiniões dele, que - aliás - podem e devem continuar sendo espalhadas dentro dos círculos que aderem às suas ideias. A preocupação, na verdade, é que agora essas "opiniões" podem ganhar uma chancela política nacional, no sentido de uma prática que pode impor barreiras a cidadãos que não professam a mesma fé que ele. Se isso acontecer (e espera-se que aconteça em breve), temos então configurado um "crime". Por enquanto, não aconteceu (até porque de bobo ele não tem nada). Mas enfim... aguardemos!
Gustavo Miranda
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Questão existencial
Gustavo Miranda
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Os poderosos e a educação
A verdade é que, por várias razões, os poderosos tratam a educação com certo desprezo. A principal, talvez, seja a relação existente entre educação e transformação social, visto que a partir desse pressuposto fica mais ou menos óbvio, assumindo aqui que é impraticável definir educação de outro modo, ou seja, sem esse aspecto transformador e certamente libertador (segundo Paulo Freire), que tal transformação só interessa mesmo à grande massa que se encontra abaixo dos privilégios das camadas dominantes. Isso, na verdade, implica algumas coisas, dentre as quais vale destacar uma: dificilmente, a educação será melhorada pelos detentores de poder. A não ser num aspecto específico e conveniente: o da conservação da sociedade.
Gustavo Miranda
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
As coisas como realmente são
Gustavo Miranda